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Conheça Emilia Pedersen, de 19 anos, uma cantora pop dinamarquesa-brasileira, que mora em Nova Iorque e se define como uma enorme “admiradora e apaixonada pelo Brasil” promete vir com tudo.

Nesta sexta-feira (9), chega em todas as plataformas de streaming uma nova versão de “Turn It Up“, faixa que foi o primeiro lançamento da artista e agora traz um novo clipe em seu proprio canal no YouTube. Em 2021, a canção recebeu uma roupagem mais ‘dance’ e ‘underground’, conectada com as pistas de dança e sua letra carrega agora mais uma mensagem de esperança e força para que tenhamos todos a certeza de que essa pandemia irá passar. Com esta nova proposta a cantora dá início ao seu trabalho privilegiando o público brasileiro. Com três músicas lançadas nas plataformas digitais, duas delas foram produzidas pelo famoso DJ e produtor musical Bruno Martini, a cantora se aproxima cada vez mais das suas origens brasileiras.

Este lançamento é um projeto diferente a tudo que Emília já fez, assim que a dinamarquesa ouviu o remix, teve a ideia de trabalhar uma estética mais forte inspirada em Nova Iorque, com cores mais escuras e muita fumaça para o clipe.

Foi uma experiência incrível e muito desafiadora. Para cada clipe eu gosto de criar o seu próprio mundo, neste remix eu quis brincar bastante com movimentos de câmera e profundidade. Com certeza me tirou da minha zona de conforto mas, assim que eu ouvi a nova versão da música, eu soube o que queria trazer para o clipe. diz Emília sobre o processo criativo.

As gravações ocorreram seguindo todos os protocolos de segurança contra a COVID-19. Com uma equipe reduzida, e Emília comandando a direção, a cantora se preocupou com a segurança de todos os que participaram no projeto.

Foi muito divertido, gravamos até o amanhecer. Foi muito intenso mas a equipe foi incrível. Por conta da Covid-19, todos estávamos com máscaras, respeitando o distanciamento e usando bastante álcool em gel. Procuramos um set que permitisse a entrada de ar constante no ambiente e encontramos com um antigo bar abandonado que foi perfeito para a estética que estávamos procurando.

A cantora define seu estilo musical como um “pop descompromissado” cheio de referências de artistas como Ariana Grande, Billie Eilish, Selena Gomez e Taylor Swift. Emília afirma que seu estilo foi composto pela mistura entre Brasil, Dinamarca e Nova Iorque, cidade onde morou desde os 7 anos de idade. Cultivando sempre suas relações com o Brasil, Emília tem como referência artistas como Ivete Sangalo e Anitta. Ela acompanhou Alexandre Pires em uma de suas turnês e abriu shows nos Estados Unidos para artistas como Marcos e Belutti, Fernando e Sorocaba, Daniel e Daniela Mercury.

 

Benjamín é um dos novos nomes da música brasileira e você precisar conhecê-lo! Após trabalhar em “Malhação – Toda Forma de Amar”, como Martinha – quando ainda assinava como Bia Damini – o artista fez a transição de gênero e assumiu a identidade masculina em 2020.

O nome retificado foi publicado e divulgado pelo próprio Benjamín, através de suas redes sociais. Junto à nova identidade, Benjamín adotou uma cor nova ao cabelo.

Atualmente, o foco é a música e seu trabalho como cantor. Seu último lançamento é “Gela”, disponibilizado no fim de 2020, assista:

A música, que conquistou mais de 1 milhão de visualizações em duas semanas, ganhou duas versões acústicas produzidas pelo músico Rodrigo Suricato, que foi convidado especialmente para o projeto. Confira uma entrevista completa e exclusiva com o cantor:

Para quem ainda não te conhece, como você se descreveria e descreveria a sua música?

Sou um cantador de histórias. Amo pegar situações que vivi e transformar em música. As que estou lançando agora são todas sobre meu último relacionamento. Quanto à sonoridade, gosto do universo pop, sinto que me traz a liberdade de explorar vários estilos musicais e estéticas. Também tenho procurado trazer referências brasileiras ou latinas pras minhas músicas. Em “gela”, por exemplo, colocamos um cavaquinho em algumas partes e escolhemos uma levada pra percussão que puxa bastante pro reggaeton. Gosto da ideia de me inventar e reinventar dentro do pop, recebendo influências de vários gêneros musicais e de sonoridades de outros países, mas sempre colocando uma pitada de Brasil.

Ainda sobre a carreira, em que momento você teve a certeza que queria entrar no ramo musical?

Foi no meu primeiro show autoral, que fiz pros meus colegas de faculdade em 2018. Eu senti coisas inexplicáveis naquele dia, e tudo o que estava fora de lugar na minha vida, naquele momento, se encaixou. Tudo fazia muito sentido. Foi quando tive a certeza de que era isso que eu queria e precisava fazer.

Se pudesse escolher um artista para fazer uma colaboração, quem seria?

Tenho muita vontade de trabalhar com a Pabllo um dia. Adoro ela e as músicas dela.

Agora sobre “Gela”, como foi a produção do videoclipe?

Foi muito emocionante pra mim, porque foi o primeiro clipe que gravei. Muitas coisas do roteiro inicial que eu tinha pensado – lá em 2017 – mudaram assim que conversei com o diretor, porque as ideias dele foram se somando às minhas e um outro roteiro surgiu a partir disso. Algumas coisas também tiveram que mudar por conta da pandemia, mas as soluções que o diretor encontrou foram até melhores do que as ideias que eu tinha pré-concebido. Os manequins, por exemplo, inicialmente, eram para ser pessoas, mas no fim das contas ficou muito mais interessante desse jeito.

Tem alguma história engraçada que aconteceu durante as gravações e você queira nos contar?

Quando fomos fotografar a capa do single, eu queria segurar um gelo na mão, porque muitas vezes quando me submeto a alguma sensação física isso me ajuda a trazer a emoção que aquele trabalho pede. Mas não tinha gelo na locação, a única coisa que tinha era um potinho com feijão congelado, então foi o que eu usei. Sempre que eu olho pra capa eu lembro que estava segurando um pote de feijão. Acho isso engraçado.

A música foi escrita há bastante tempo, né? Como foi produzir e lançar em 2020?

Sim, escrevi ela em 2017. Acredito que eu não estaria pronto pra lançá-la naquela época. Foi bom ter tido esses 3 anos pra amadurecer o conceito e a mensagem que eu gostaria de passar com ela.

Como surgiu a ideia de fazer outras versões de “Gela”?

Foi muito doido esse processo, porque demorou muito tempo pra eu entender qual linguagem eu queria pra “gela estúdio”, parecia que “gela acústico” (que é muito igual a versão que eu compus) era tão gela quanto gela estúdio. Elas têm uma pegada bem diferente, e gosto muito das duas. Acho que elas se complementam e não conseguiria me ver lançando uma sem lançar a outra, é louco isso.

Qual é a maior diferença entre as três?

Acho que tem duas diferenças que me marcam bastante. Gela estúdio é mais rápida, 150 bpm, enquanto a acústica tá em 130 bpm. Também tem uma diferença no tom que eu canto, a versão estúdio é mais aguda, canto ela meio tom acima da versão acústica.

Como foi trabalhar com Rodrigo Suricato?

Foi muito prazeroso, temos muitas afinidades musicais e ele é uma pessoa muito generosa e gentil. Ele propôs que eu gravasse uma das partes do piano, fiquei muito feliz porque foi a primeira vez que gravei um instrumento. Foi bem legal!

Recentemente, você postou uma foto no estúdio. Pode nos adiantar alguma coisa? O que vem por aí?

Posso adiantar que em breve temos mais um single vindo ao mundo, e o que era gelado vai esquentar muito!

Foto: Ricardo Brunini

Nascido e criado na zona oeste do Rio de Janeiro, Fábio Pecini Simões (Binho Simões) tem 21 anos e é a nova promessa do pagode.

No fim de 2015, o artista chamou a atenção de Mumuzinho, que o reconheceu como talento e publicou um vídeo de Binho em suas redes sociais. Este vídeo alcançou mais de 100 mil visualizações.

Hoje, 5 de março, Binho lançou sua nova música de trabalho, “Te Perdoei Antes”. A faixa foi produzida por Dilsinho, umas das inspirações de Binho. “Ele sempre foi uma inspiração para mim. E poder ter ele como meu produtor é o máximo. Estou muito feliz porque esse é o pontapé do trabalho com um cara que representa muita na minha carreira”, diz o cantor. Assista:

“Esse é o terceiro clipe que gravo, mas com toda essa infraestrutura é a primeira vez. Vou trocar de roupa de cinco vezes”, revela Binho.

Atualmente, o artista soma mais de 20 milhões de visualizações no YouTube. Apenas a canção “Mil Flores” tem mais de 8 milhões de visualizações.

“Não é todo dia que você ouve do seu ídolo ‘me vejo em você no início da minha carreira’. Acho que ele ficou feliz com o resultado da nossa parceria. Logo que comecei a cantar, eram sempre as canções românticas dele que eu mais gostava de apresentar nos meu shows, conta o cantor.

2021 está sendo muito produtivo para o jovem, uma vez que mais de 7 faixas já estão prontas. Duas delas são colaborações com Dilsinho e PK. “Vem muita coisa boa por aí”, finaliza Binho.

 

Criado em Sydney, na Austrália, Harry Michael é uma pessoa como qualquer outra. Durante o dia, vai ao trabalho e bate ponto; ouve Eminem e G-Unit e, enquanto dirige, milhares de pensamentos invadem a mente. Tudo muda, porém, quando ele entra no estúdio. A partir daquele momento, a máscara cai!

Você vê o lobo (‘wolf’, em inglês) dentro de mim. É tudo trabalho e sem brincadeira. Nós não estamos curtindo e aproveitando; eu estou lá para fazer acontecer. Estou no meu habitat natural. Sempre que eu trabalhava das nove às cinco, eu não estava vivendo como eu gostaria de viver. O estúdio é um sopro de ar fresco. A besta realmente sai e isso é bom.

Filho único de pais divorciados, a separação foi um momento bem difícil de sua vida. Quando mãe e pai se mudaram, Harry decidiu ficar perto dos amigos e morar com os avós, que haviam emigrado da Grécia e mal falavam inglês. No meio disso tudo, escrever tornou-se um refúgio.

Eu sempre quis um irmão ou uma irmã, porque eu queria ter aquela proteção ou ter alguém para proteger. A razão chave pela qual escrevi foi porque eu não tinha uma irmão para falar sobre como  me sentia naquela situação. Por isso, escrever se tornou tão essencial. Eu nunca conversei com os meus pais sobre isso. Eu era introvertido e extrovertido ao mesmo tempo. Eu absorvi tudo e apenas deixei sair por meio da música.

A caneta virou amiga e confidente, e os poemas e versos logo ganharam forma. Sozinho, aprendeu a gravar e fazer batidas durante a madrugada, quase todas as noites, até a hora em que o avô batia na porta e pedia para que ele fosse descansar. Sem dúvidas, a música anestesiou o isolamento dele!

Depois de se formar na escola, o australiano trabalhou duro para financiar uma gravação e até fez um empréstimo para construir um estúdio caseiro. Em 2018, dando os primeiros passos para realizar o sonho, ele fez sua estreia independente com “Speed Racer”, conquistando milhões de streams. “Eu senti como se tivesse encontrado meu som. Isso realmente abriu as portas”, conta o artista.

Recentemente, Masked Wolf lançou “Astronaut In The Ocean” , uma canção que, além de ter viralizado no TikTok e caído no gosto de celebridades como Patrick Mahomes, quarterback do Kansas City Chief – vencedor da NFL 2020 –, e o comediante Whindersson Nunes, nasceu a partir de um momento de intensa introspecção.

Eu tinha investido muito dinheiro e tempo na música, mas, não estava sendo ouvido. Para ser honesto, foi mentalmente desgastante. Houve momentos em que eu pensei: ‘Devo desistir? Devo parar?’ Tomei a decisão de seguir em frente. Tudo é resultado desta dificuldade. ‘Astronaut In The Ocean’ é mais ou menos dessa época da minha vida. Expresse sua depressão e ansiedade. Estou perguntando essencialmente: ‘Você esteve nos mesmos lugares? Me conte sua história’.

Hoje, Masked Wolf chega como uma das maiores apostas do rap e hip-hop. “Astronaut In The Ocean” entrou no TOP 10 do chart Global do Spotify, marcando presença também no TOP 200 Brasil da mesma plataforma, ocupando a posição de número 176. Apenas no país, já são mais de 1 milhão de visualizações no clipe e mais de 1,5 milhões de streams!

Mais que um nome para ficar de olho, Masked Wolf é um artista que vem para ficar!

 

Segura que tem nome novo na área! Rachel Rossette, cantora e compositora americana, que acaba de entrar no cenário musical brasileiro. Criada numa cidade pequena ouvindo música country no sul dos Estados Unidos, Rachel morou em Orlando e Washington DC, até se mudar para Los Angeles aos 14 anos para começar sua carreira como cantora.

A cantora, lançou recentemente o single “Eu Gosto”, sendo o quarto single do seu futuro EP, “Gringa no Rio”. O Conexão POP bateu um papo incrível com a Rachel, vem conferir:

 

Você em breve vai se mudar pro Rio, e o EP já está em andamento, como surgiu essa ideia de lançar o ‘Gringa no Rio’?

Meu EP “Gringa no Rio” é sobre as minhas primeiras experiências com o Brasil: meu romance com um menino brasileiro e aspectos da cultura brasileira que eu adoro. Por exemplo, “Você Me Ganhou” e “Nada Como o Rio” (a ser lançado em alguns meses) falam sobre minha experiência com um brasileiro e como isso foi diferente para mim do que namorar americanos. Os brasileiros são muito mais extrovertidos do que os americanos, então me apaixonei pela personalidade dele, sua paixão pela vida. Minha música “Solteira” foi inspirada em como as brasileiras são contundentes e ousadas. Nos Estados Unidos, se uma garota está namorando um cara que seus amigos não gostam, eles geralmente não dizem a ela porque não querem magoar seus sentimentos. Mas os brasileiros seriam muito diretos e diriam: “Ele não é um cara bom, não gosto dele para você”. Então Solteira tem tudo a ver com dizer ao seu amigo que o cara com quem ela está namorando não é bom – algo que é mais fácil para mim cantar do que às vezes, haha.

O seu estilo é algo único, você procura ser mais autêntica ou se inspira em alguém?

Acho que muito do meu estilo vem da minha cultura. No sul dos Estados Unidos (onde eu nasci), as mulheres adoram concursos de beleza, cabelos grandes, brincos chamativos e adoram ser muito femininas. Sempre fui super feminina, então o rosa dominou meu armário por toda a minha vida. As mulheres do sul também gostam de deixar muito para a imaginação – elas são muito conservadoras e não mostram muito de seu corpo, mas o acentuam de maneiras sexy que não são muito óbvias. Eu amo a sensualidade elegante que vem do estilo deles, que influenciou como eu me visto.

Como foi gravar o clipe de “Eu Gosto”?

Foi muito divertido! Nós filmamos no Estado de Utah (Estados Unidos) e como você pode ver pela neve no vídeo, estava congelando! Tínhamos uma coreografia muito legal, mas em uma das cenas estava tão frio lá fora que eu mal conseguia mover meus braços e pernas – quase não usamos nenhuma cena de dança daquele clipe haha! Estou animada por não ter esse problema no Rio – posso lidar com filmagens e dançar estando quente e suada, mas estar com frio paralisa o corpo e é muito difícil.

Você sem dúvidas é uma artista completa, mas com qual artista (aqui do Brasil) você sonha em gravar algo?

Meu amor pela música brasileira começou com a Anitta, então eu teria que escolhê-la! Ela foi a primeira artista que me fez querer aprender português, pois adorava suas canções e queria entender o que ela cantava. Agora que entendo português, tenho assistido aos seus documentários na Netflix e adoro aprender mais sobre ela, não apenas como cantora, mas como empresária e chefe de sua carreira. É óbvio que ela trabalha incansavelmente em sua carreira e eu admiro sua ambição e dedicação.

O que podemos esperar do EP “Gringa no Rio”?

Vocês podem esperar muita música animada, dançantes e inspiradoras no “Gringa no Rio”. Quero que minhas músicas animem as meninas e lembrá-las de como elas são incríveis! Eu amo ser romântica, mas este EP foca mais no poder feminino e em acreditar que você tem a capacidade de fazer tudo o que quiser na vida! Talvez meu próximo álbum seja um pouco mais suave e romântico, quem sabe!