Autor: Bruna Tavares

Imagina ser surpreendido assim?! Porque o Gusttavo Lima foi surpreendido da melhor forma possível pela Bohemia, após dizer que seu estoque estava zerado, o cantor recebeu um caminhão para deixá-lo abastecido por seis meses, respeitando os protocolos que o momento pede.

A ação realizada pela Cervejaria Bohemia é parte do projeto de divulgação da música “Balada do Buteco”, produzida em parceria com a marca. Recém lançada nas plataformas de streaming e com mais de 26 milhões de visualizações no Youtube, “Balada do Buteco” também está disponível no canal de Bohemia no Spotify.

Parceiro e embaixador de Bohemia, Gusttavo Lima tem uma conexão muito forte com a Cervejaria devido à paixão pelos botecos. “Bohemia sempre teve em sua essência iniciativas que apoiam a cultura dos bares de todo o País, e o Gusttavo cresceu profissionalmente dentro desses locais. Por isso, não poderíamos ter um embaixador que melhor represente nossa marca do que ele”, afirma Bruna Vieira, Gerente de Plataformas de Bohemia. “Nesse momento que é importante ficar em casa, nossa decisão foi deixar nosso embaixador abastecido pelos próximos seis meses”, finaliza.

O Grishaverso foi criado em 2013, e desde então, Leigh Bardugo conquistou milhares fãs da saga “Sombra e Ossos”, que agora, ganha uma adaptação feita pela Netflix,  com participação da autora no time de produtores. A megaprodução estreia em 23 de abril de 2021 e terá a participação de atores como Ben Barnes (Crônicas de Nárnia). Confira o teaser:

E agora, o primeiro livro da série, de mesmo nome, ganha agora uma nova edição de capa e formato pelo selo Minotauro. Os outros livros da saga serão publicados ainda esse ano.

O clássico do universo YA conta a história de um país dividido pela Dobra das Sombras – uma faixa de terra povoada por monstros sombrios – no qual a corte real está repleta de pessoas com poderes mágicos. Ali, Alina Starkov pode se considerar uma garota comum. Seus dias consistem em trabalhar como cartógrafa no Exército e em tentar esconder de seu melhor amigo, Maly, o que sente por ele.
Quando Maly é gravemente ferido por um dos monstros que vivem na Dobra, Alina, desesperada, descobre que é muito mais forte do que pensava: ela consegue invocar o poder da luz, a única coisa capaz de acabar com a Dobra das Sombras e reunificar Ravka de uma vez por todas.

Por conta disso, Alina é enviada ao Palácio para ser treinada como parte de um grupo de guerreiros com habilidades extraordinárias, os Grishas. Sob os cuidados do Darkling, o Grisha mais poderoso de todos, Alina terá que aprender a lidar com seus novos poderes, navegar pelas perigosas intrigas da corte e sobreviver a ameaças vindas de todos os lados.

Ficha técnica:

Título: Sombra e ossos

Autor: Leigh Bardugo

Tradução: Eric Novello

288 páginas

R﹩ 49,90

Foto: Jonathan Wolpert

O ator João Côrtes rodou seus primeiros projetos por trás das câmeras e ambos tem sido premiados em festivais fora do país. Com dois filmes selecionados em onze festivais, ele ganhou recentemente o prêmio de Melhor Diretor e Melhor Filme no New Cinema Film Festival, de Lisboa, com o filme “Nas mãos de quem me leva”. E agora, João também estará na série “Sala dos Professores”, do CineBrasil TV, e na série americana-brasileira “The American Guest”, da HBO.

Mas não parou por aí! Porque, João Côrtes tem soltado a voz em seu Instagram, com o projeto “King Kong Sessions”, onde entrega covers uma vez por semana. E nós, do Conexão POP batemos um papo com o ator sobre seus projetos, vem conferir:

Você é um artista completo, temos desde Cinema à Música no seu currículo, e o projeto “King Kong Sessions” mostra sua versatilidade em todas as áreas, como foi a ideia desse projeto de músicas no IGTV?

A ideia surgiu de um desejo meu de voltar a potencializar o meu lado cantor e músico, de voltar a me conectar com isso, além de criar um conteúdo musical no meu instagram que tivesse um nível alto de qualidade, de fotografia, de produção musical… O público que me acompanha com mais frequência no Instagram sempre me pede para postar vídeos meus cantando, tocando, enfim. Eles adoram! Então eu já vinha há algum tempo pensando em estruturar um projeto que unisse esses elementos, de maneira elegante, bonita e bem entregue. Além disso, tenho um pai que é produtor musical, um estúdio dentro de casa, e um irmão diretor de fotografia. Eu não tinha como perder a oportunidade de juntar as forças e talentos!

O que você pode nos dizer sobre seu trabalho na série “The American Guest”, da HBO? O que podemos esperar do seu personagem?

Não posso dar muitos detalhes ainda, mas posso dizer que foi um trabalho extremamente desafiador, talvez um dos maiores da minha carreira, até agora. A série com certeza vai encantar a todos quando for ao ar. É uma história linda. 

Você foi uma pessoa que se desdobrou MUITO nesse período de quarentena, criou inclusive o #TrocaComigo, que é um projeto incrível de bate-papo, como foi pra você se reunir com essas pessoas (virtualmente)? Como era o processo pré-live? Rolava alguma preparação antes?

Foi ótimo! Eu adorei fazer, foi muito enriquecedor, e inclusive tenho pensado em voltar a fazer… Pra mim foi uma oportunidade incrível, tive a chance e o espaço para entrevistar pessoas que admiro profundamente, artistas que me inspiram demais! Poder trocar, ouvir, aprender… 

Eu sempre conversava antes para explicar, mais ou menos, como seria a dinâmica do programa, quais perguntas eu faria, enfim… Só pra contextualizar o convidado. E na hora a gente sempre contava com o elemento do improviso, do que surge no momento… Eu realmente tive muito prazer em levar esse projeto! E de novo: Quero voltar a fazer!

Eu preciso citar seu trabalho como dublador também, que é incrível por sinal. Quais são as diferenças mais notáveis que você identifica entre atuar em frente às câmeras, e atuar dublando um personagem? É muito desafiante?

Muito obrigado! Dublar realmente me exigiu um foco e uma energia totalmente diferente. É muito desafiador e muito estimulante! Pelo principal fator de que não temos o nosso corpo e nossas expressões para nos ajudar. É apenas a voz. O grande lance é passar as emoções, os conflitos, as nuances, contar a história, tudo só com a sua voz. Eu sempre quis muito dublar, e já tive a oportunidade de dublar 4 animações. E todas foram experiências maravilhosas, que me ensinaram e me engrandeceram muito como ator. Dublar é um baita exercício! 

“Nas mãos de quem me Leva” é um trabalho incrível que tem MUITO João Côrtes envolvido nisso, como foi essa experiência de dirigir e roteirizar esse projeto? 

Talvez o maior desafio profissional que já enfrentei. Eu terminei de escrever o roteiro em 2017, e em 2018 eu não tive tempo de me dedicar ao filme, por conta dos projetos como ator e cantor. E em 2019, criei a Tentáculo Rec, junto do meu pai, Ed Côrtes, e meu irmão, Gabriel Côrtes. E com a nossa produtora, decidimos produzir o longa de forma 100% independente. Foi realmente uma maratona em vários sentidos, intensa e desafiadora, mas extremamente gratificante! Tivemos a parceria e o apoio de muitos artistas e profissionais fantásticos, uma equipe e um elenco delicadíssimo, que se entregaram de corpo e alma para contar essa história. Me encontrei muito como artista também na cadeira de diretor, e sinto que evoluí muito como ator. Me senti confortável podendo trabalhar e guiar os atores, criar as atmosferas de cada cena, e realmente me apaixonei por mais essa profissão. Estamos agora com o filme pronto, e prestes a ser lançado, muito em breve!

“Além disso, já estou escrevendo meu segundo longa, que pretendo dirigir também.. Logo logo poderei falar mais sobre!”

 

O curta-metragem “Flush”, é MUITO aclamado, como surgiu essa ideia de projeto?

A ideia veio da vontade de debater a masculinidade tóxica. O machismo. As máscaras que colocamos todos os dias para nos proteger de nossas inseguranças, de nossas vulnerabilidades. Sobre a quantidade de regras que nos são impostas pela sociedade, como homens, e a pressão que nossos jovens garotos sofrem constantemente, para tentar atingir esse padrão inalcançável do que é ser um “homem”. E como isso vai afetando o nosso subconsciente coletivo, de forma violenta, e ao mesmo tempo, discreta. E mais: O porquê de rejeitarmos tanto a ideia do feminino? É sobre desconstrução dessa máscara rígida da masculinidade, é sobre libertar-se disso tudo. 

Você tem um papel muito importante para os jovens, principalmente por inspirar pessoas através da arte, como você se sente com isso?

Me sinto privilegiado, honrado e abençoado por ter a possibilidade de inspirar através da minha arte. Que coisa linda é receber o feedback das pessoas a cada projeto novo que  eu lanço. É para o público que eu faço. E é justamente com esse intuito de inspirar, de questionar, de dialogar… O que vem do coração, dos nossos instintos, é sempre muito pessoal, então por vezes somos tomados por um receio de expor nossas manifestações artísticas. É uma responsabilidade imensa, e um presente, tudo ao mesmo tempo! Mas no fim do dia, o que me motiva a continuar criando e derramando arte no mundo, são as pessoas – de todas as idades – que de alguma maneira poderão se transformar com isso. Arte como instrumento de transformação, de evolução, de movimento! Eu só espero que eu possa continuar criando, colocando arte no mundo…

Por último, um recado para os leitores do Conexão POP.

Obrigado, de verdade, por todo o afeto e atenção! Quero lembrar que tenho um projeto musical no instagram, no IGTV, chamado King Kong Sessions – Em que lanço um vídeo por semana, cantando uma música diferente! Acabei de lançar o 3o vídeo, cantando Etta James! Espero que gostem! Fora isso, em breve vocês poderão assistir meu primeiro longa-metragem como roteirista e diretor, nas plataformas digitais!

Um beijo enorme para todxs vocês! E mais uma vez, muitíssimo obrigado pelo carinho!

Não se esqueçam de acompanhar João nas redes sociais para ficar por dentro de todos os projetos do ator, que tem muito trabalho lindo para mostrar!

A espera valeu a pena! Jão está de volta com o single “Coringa”, com clipe amanhã às 11 horas no Youtube, um single leve e apaixonante que dá início a nova fase do cantor, após os aclamados álbuns “Lobos” e “Anti-Herói”. Vem conferir:

“É um projeto que estou muito feliz de poder lançar. Faz parte de um momento especial da minha vida, no qual consegui explorar novos caminhos de composição e produção. Passei esses últimos meses encontrando esse lugar e estou bastante satisfeito e ansioso para mostrar pra todo mundo”. comenta Jão.

O cantor se mostra mais confiante e até brincou hoje durante uma coletiva de imprensa promovida pela Universal Music, “Eu sempre me sentia muito nervoso antes de lançar algo, mas hoje acordei me sentindo uma princesa da Disney”. 

“Coringa” é reflexo de um trabalho árduo feito pelo cantor, e marca a nova era de Jão, que desde o início de sua carreira afirma que não consegue lançar músicas solo, e a nova música é marcada por ser a primeira do J3.

“Não sei fazer músicas sem um disco. Não consigo lançar separado de um projeto. Há quem consiga, eu não consigo. Mas o J3 ainda é um feto. Eu estou sempre escrevendo e produzindo, mas agora ainda estou ‘grávido’ dele.”

O clipe conta com muitos easter eggs, então vale a pena ver e rever para não perder nenhum, Jão até brincou falando que às vezes é um pouquinho boca aberta, então sempre acaba soltando algum spoiler sobre seus projetos. Então já coloca o despertador para não perder a estreia do clipe de “Coringa”, que por sinal, ficou incrível.

Por último, Jão relembrou do começo de sua carreira, fazendo uma referência às diferenças de seu trabalho mais atual, que é “Coringa” a “Imaturo”, que foi o pontapé na carreira do cantor.

“Continuo fazendo tudo com as mesmas pessoas e a mesma equipe, mas agora temos dinheiro! (risos) Era a primeira vez do Pedro [Tofani] dirigindo e do Renan [Augusto] produzindo. Aprendemos na raça! Não tinha camarim, a gente não comeu. Fomos aprendendo tudo ali. Então hoje o dinheiro foi a maior diferença mesmo”.

O amor bandido retratado em “Coringa”, é algo novo nas composições de Jão, e mal podemos esperar para mais trabalhos da nova fase do cantor, que depois de quebrar nossos corações com músicas de pura sofrência, conseguiu reconstruir com esse projeto incrível e apaixonante.

Segura que tem nome novo na área! Rachel Rossette, cantora e compositora americana, que acaba de entrar no cenário musical brasileiro. Criada numa cidade pequena ouvindo música country no sul dos Estados Unidos, Rachel morou em Orlando e Washington DC, até se mudar para Los Angeles aos 14 anos para começar sua carreira como cantora.

A cantora, lançou recentemente o single “Eu Gosto”, sendo o quarto single do seu futuro EP, “Gringa no Rio”. O Conexão POP bateu um papo incrível com a Rachel, vem conferir:

 

Você em breve vai se mudar pro Rio, e o EP já está em andamento, como surgiu essa ideia de lançar o ‘Gringa no Rio’?

Meu EP “Gringa no Rio” é sobre as minhas primeiras experiências com o Brasil: meu romance com um menino brasileiro e aspectos da cultura brasileira que eu adoro. Por exemplo, “Você Me Ganhou” e “Nada Como o Rio” (a ser lançado em alguns meses) falam sobre minha experiência com um brasileiro e como isso foi diferente para mim do que namorar americanos. Os brasileiros são muito mais extrovertidos do que os americanos, então me apaixonei pela personalidade dele, sua paixão pela vida. Minha música “Solteira” foi inspirada em como as brasileiras são contundentes e ousadas. Nos Estados Unidos, se uma garota está namorando um cara que seus amigos não gostam, eles geralmente não dizem a ela porque não querem magoar seus sentimentos. Mas os brasileiros seriam muito diretos e diriam: “Ele não é um cara bom, não gosto dele para você”. Então Solteira tem tudo a ver com dizer ao seu amigo que o cara com quem ela está namorando não é bom – algo que é mais fácil para mim cantar do que às vezes, haha.

O seu estilo é algo único, você procura ser mais autêntica ou se inspira em alguém?

Acho que muito do meu estilo vem da minha cultura. No sul dos Estados Unidos (onde eu nasci), as mulheres adoram concursos de beleza, cabelos grandes, brincos chamativos e adoram ser muito femininas. Sempre fui super feminina, então o rosa dominou meu armário por toda a minha vida. As mulheres do sul também gostam de deixar muito para a imaginação – elas são muito conservadoras e não mostram muito de seu corpo, mas o acentuam de maneiras sexy que não são muito óbvias. Eu amo a sensualidade elegante que vem do estilo deles, que influenciou como eu me visto.

Como foi gravar o clipe de “Eu Gosto”?

Foi muito divertido! Nós filmamos no Estado de Utah (Estados Unidos) e como você pode ver pela neve no vídeo, estava congelando! Tínhamos uma coreografia muito legal, mas em uma das cenas estava tão frio lá fora que eu mal conseguia mover meus braços e pernas – quase não usamos nenhuma cena de dança daquele clipe haha! Estou animada por não ter esse problema no Rio – posso lidar com filmagens e dançar estando quente e suada, mas estar com frio paralisa o corpo e é muito difícil.

Você sem dúvidas é uma artista completa, mas com qual artista (aqui do Brasil) você sonha em gravar algo?

Meu amor pela música brasileira começou com a Anitta, então eu teria que escolhê-la! Ela foi a primeira artista que me fez querer aprender português, pois adorava suas canções e queria entender o que ela cantava. Agora que entendo português, tenho assistido aos seus documentários na Netflix e adoro aprender mais sobre ela, não apenas como cantora, mas como empresária e chefe de sua carreira. É óbvio que ela trabalha incansavelmente em sua carreira e eu admiro sua ambição e dedicação.

O que podemos esperar do EP “Gringa no Rio”?

Vocês podem esperar muita música animada, dançantes e inspiradoras no “Gringa no Rio”. Quero que minhas músicas animem as meninas e lembrá-las de como elas são incríveis! Eu amo ser romântica, mas este EP foca mais no poder feminino e em acreditar que você tem a capacidade de fazer tudo o que quiser na vida! Talvez meu próximo álbum seja um pouco mais suave e romântico, quem sabe!